24 de abr. de 2008


Editor convidado:
Henrique Ribeiro

Assistente de direção, aspirante a cineasta e organizador de um flash mob.



Nokia Effect Day / Curitiba / 27/04

Quem não lembra desta clássica cena do filme Matrix?



Esse efeito ficou conhecido como Bullet Time. E nada mais é do que várias câmeras fotográficas, uma do lado da outra, tirando fotos enquanto o ator faz o movimento (veja como foi feito).

Que tal fazer esse efeito utilizando apenas câmeras de celular? É possível? Não sabemos, mas é o que vamos tentar.
Essa é a idéia do Nokia Effect Day - Curitiba. Vamos juntar 200 pessoas que tenham celulares Nokia com câmera para refazer este efeito. O vídeo será enviado para o concurso Nokia Pangea Day. Quando isso vai rolar? Domingo agora, dia 27 de abril de 2008, as 15hrs. Nosso ponto de encontro será no bondinho do calçadão da Rua XV de novembro, na Boca Maldita. Apareça lá com o seu celular. E depois a gente mostra o resultado aqui.

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Comunidade do Nokia Effect Day no orkut.

Mais informações com Juba (julianomezzomo@gmail.com) ou Henrique (henriquebr85@gmail.com)



Editor convidado:
Bruno Leite

Redator publicitário, atleticano e fã de bossa nova.



Não fui eu quem viu primeiro, mas esses vídeos do Repórter Inexperiente (em especial a entrevista com a Márcia) têm arrancado gargalhadas de mim no meio da tarde, só de lembrar.


Mais: Padre Marcelo Roberto Cabrini Gretchen


Outro campeão do YouTube, pra mim, é o grande cantor de música jovem-dance-total: Hélio dos Passos. O mais bacana nele é que ele acredita no que faz. Se fosse um personagem, jamais sairia tão "bom".



Mais: Fica Comigo Agora Fica Comigo Agora no Caldeirão do Huck Entrevista com o astro


23 de abr. de 2008


Editora convidada:
Mariana Porto

Estudante de direito, dj, escritora amadora e amante da 7ª arte.



A química que existe entre a ficção e a realidade é sempre explosiva. Dentro de um universo tão abrangente quanto a cultura cinematográfica, a cultura popular pode sugar as mais diversas informações acerca de uma determinada sociedade/época/ramo. O cinema desmistifica e descodifica, colocando em miúdos aquilo que na realidade pode parecer a coisa mais complicada do Mundo. Isso em se tratando daquele cinema compromissado, que se afunda em pesquisas para criar dentro da ficção uma didática que aproxime o público da realidade trazida ali. Um grande exemplo desse intercâmbio entre o entreterimento e a informação são os filmes que trazem ao público o sub-mundo misterioso do Direito. É incrível o leque de obras cinematográficas que abrangem, em todo ou de forma mais periférica, esta temática toda que envolvem advogados, tribunais, processos, crimes, e etc. Talvez porque, mesmo sendo um ramo tão ativo e antigo, seja um tanto quanto obscuro para a grande parte da massa social. E é esse mistério que dá aos roteiristas e diretores uma responsabilidade ainda maior. Já é o suficiente a confusão que a mídia jornalística faz na cabeça de quem é leigo. Eu, como estudante de Direito, fico impressionada com a falta de profissionalismo daqueles que passam as informações de uma forma completamente descompromissada para a população, sem ao menos se informar a respeito. Não que no cinema não encontramos também profundas pérolas jurídicas, mas é mais raro. É importante destacar que a nacionalidade do filme é requisito chave para que o espectador possa saber de que universo jurídico o filme está tratando.

Deixo aqui, por fim, duas grandes dicas de um cinema compromissado e um Direito bem posto, além de grandes clássicos do cinema mundial:

Doze Homens e Uma Sentença (12 Angry Men, Sidney Lumet, 1957, EUA)



Anatomia de Um crime ( Anatomy of a Murder, Otto Preminger, 1959, EUA)



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